segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Assinatura

Hoje, depois de "alguns" anos sem postar aqui, vi que a minha assinatura do Hotmail direciona para cá.

Aí resolvi entrar e ver o que as pessoas andam lendo quando vem aqui.

Nada demais.

E assim continuará. Não tenho forças para reviver esse blog, infelizmente.

Divirtam-se com o que eu era há alguns anos. Eu me divirto.

domingo, 22 de agosto de 2010

My blog...

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... my rules.
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#ficadica.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Sobre os desfavores que os homossexuais prestam a si mesmos

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Como eu passo MUITO tempo na internet, quase sempre leio e vejo tudo que os meus amigos me recomendam. Há algumas semanas a Amanda me indicou indiretamente o vlog da Bárbara. Fui lá conferir.

Tenho que confessar que eu tenho MUITA preguiça de vlogs. A maioria dos que eu já assisti são um saco. Hoje em dia abro duas excessões: MeDaUmEspresso (que é o da Bárbara) e lreporta, que eu acho muito bons. Talvez (com certeza) por serem vlogs INTELIGENTES.

Enfim. No MeDaUmEspresso a Bárbara postou um vídeo chamado "Sobre os desfavores do Vaticano a vida de homossexuais e crianças" em função de um equivocadíssimo pronunciamento do Cardeal Tarcisio Bertoni.

A primeira coisa que eu tenho a dizer: Concordo plenamente. Acho que a Igreja Católica acaba cometendo absurdos em nome de Deus, e realmente presta vários desfavores a homossexuais, crianças e a todo mundo. Onde já se viu dizer que usar camisinha é pecado? Então sai passando AIDS pra geral, né? Botando um tanto de criança sem pai no mundo, né? Humpf.

Bem. Depois de ver o video fiquei pensando bastante sobre a questão e, tendo em vista a minha experiência de vida, percebo que não é só a Igreja que presta desfavores aos homossexuais. Muitos deles (é. de vocês.) se prestam desfavores tão grandes ou maiores.

Eu conheço muitos gays. Pra vocês terem uma idéia, eu estudei 3 anos na Faculdade de Letras da UFMG (quem conhece sabe) e agora faço Design (dispensa comentários). E tenho alguns amigos gays alheios ao meu ambiente acadêmico.

Então... Fico observando o comportamento deles e reparei em algumas coisas: Nenhum heterossexual que eu conheço sai por aí dizendo o tempo todo: "Por que eu sou hetero eu faço isso ou aquilo", mas já cansei de ouvir como justificativa para as mais diferentes coisas: "ah... mas é por que eu sou gay." Outro dia um cara querendo pagar de sabichão me disse que sabia TUDO sobre a faculdade de Letras, que conhecia todo mundo lá, que as pessoas eram "assim" ou "assado" (metendo o pau geral, sem saber que eu estudei lá e sabia o tanto de mentira que ele estava contando). Quando eu perguntei a ele qual o motivo de ele conhecer todo mundo e a vida de todo mundo e o comportamento de todo mundo da Letras ele me respondeu: "por que eu sou gay". Ele nunca estudou lá. Nunca estudou no Campus da UFMG. Nunca fez curso de extensão. E diz que conhece todo mundo só por que ele é gay? A não ser que eu esteja muito enganada, e todos os gays do mundo se conheçam, isso não é justificativa pra nada!

Um tempo depois disso, um outro gay que eu conheço sentou na mesa da cantina da faculdade e começou a contar casos de trabalho. Ele é garçom em um bar classe média-alta, e todos os casos que ele contou envolviam um casal de namorados hetero cujo rapaz esperava a namorada sair e dava mole pra ele. Eu não duvido que isso aconteça. Não mesmo, ainda mais na nossa sociedade preconceituosa e homofóbica que tem um tanto de gente no armário, mas daí pra todo mundo fazer isso é um pulo bem grandinho, né? O cara inventa essas histórias só pra contar pra todo mundo o tempo todo que ele é gay. Será que ele ainda não sabe que dá pra perceber sem ele precisar alardear?

Uma vez eu ouvi alguém dizer uma coisa: "Homem que é homem de verdade não precisa ficar o tempo todo falando que é macho. Se ele é macho mesmo, as pessoas percebem. E ele também não precisa ficar o tempo todo se defendendo de acusações sobre a sua opção sexual. Homem que é homem é seguro de si e de sua opção, e não liga pra boatos." (Não transcrevi literalmente, pois era uma conversa aleatória e eu não gravei. Mas foi algo assim.) A parte legal é que quem falou isso foi um gay para um cara que ficava o tempo todo se defendendo de piadas de gay, dizendo que ele não era gay. E depois esse meu amigo me disse que apostava que o tal era gay sim, de tanta necessidade de auto-afirmação. Então, se você é gay e precisa ficar dizendo isso o tempo todo, a recíproca deve ser verdadeira, né? Você é hetero enrustido!

Ficar se auto-afirmando o tempo todo é chato. Ficar contando casos da sua vida sexual o tempo todo é chato. Usar a sua opção sexual para justificar merdas é muito chato. Tudo isso são desfavores que os homossexuais prestam a si mesmos. Com quem você transa é problema seu. Nem a minha melhor amiga hetero fica me contando como são as experiências sexuais dela se e não quiser ouvir, e sempre que eu chego em um bar ou boate gay ouço três ou quatro caras ou mulheres contando em detalhes suas experiências... Qual o motivo de tanta exposição?

Talvez se os gays começarem a se comportar como pessoas que fizeram uma escolha diferente da maioria, mas não alardeando isso aos 7 ventos, a sociedade passe a enxergá-los de uma forma diferente. Enquanto homens e mulheres expuserem suas vidas e escolhas sexuais para quem quer e não quer ouvir, desrespeitando o direito de "não querer saber" dos outros, serão agredidos e desrespeitados. E eu acho tudo isso uma pena pois, ao contrário do que muita gente pensa, gays são legais e ótimos melhores amigos.




PS: Nem tudo que eu disse se aplica a todos os homossexuais. Conheço homens e mulheres que assumem sua opção abertamente, mas você só vai saber disso se chegar perto o suficiente. Isso é respeito.

PS2: Não, eu não sou lésbica.


quarta-feira, 19 de maio de 2010

Será possível?

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Pra quem leu o meu penúltimo post... Ele falava sobre o meu maior sonho...

E eu dizia que ele se realizava em pequenos pedaços diários. Mas quem diria?

Há 7 dias caiu um mega pedaço dele bem na minha cabeça...

Agora faltam apenas uns 20% pra eu tê-lo por completo...

Será possível??

terça-feira, 11 de maio de 2010

Hoje, assim sou eu.

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Um chá-mate bem forte e um coração bem fraco.

sábado, 8 de maio de 2010

Exatamente onde eu queria estar...

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Sabe quando você tem um sonho grande demais? Daqueles que você tem certeza absoluta que não vai se realizar justamente por ser tão grande? Esse tipo de sonho é arriscado. É perigoso conseguir realizá-lo.

Eis o que aconteceu: Aqui estou eu. Tive um sonho que realmente era grande demais. E eu tinha certeza de que ele nunca iria se realizar. E o mais surpreendente, quando eu menos esperava, aconteceu! Na verdade, está acontecendo. Calma, calma. Eu vou explicar: o sonho era tão grande e impossível que ele se dividiu em milhares de pedacinhos. E dia após dia é um pedacinho desses que se realiza. E com essa possibilidade eu não contava.

Cada manhã eu acordo e penso: isso está realmente acontecendo? Eu passei muito tempo desejando isso. Anos, na verdade. Gastei força demais tentando fazer com que eu parasse de sonhar este sonho. E, de fato, por um certo tempo eu consegui engavetá-lo. Colocá-lo lá no fundo da minha gaveta de sonhos. Ele ficou atrás de um tanto de outras coisas que eu desejava... Parecia até mesmo que eu já não sonhava aquilo mais. Sempre que o meu sonho estava diante de mim eu tinha a sensação de déjà vu. Eu pensava: "Por que é que eu tenho a sensação de que é exatamente isso que eu desejo?Se é, por que será que eu não estou lutando por isso, mas contra isso?"

Eu sabia que era um sonho grande demais, e engavetei. Mas, como sempre na vida de todo mundo - acho - o meu sonho bateu à minha porta. E ele bateu com tanta força que eu não pude mais fingir que ele não existia, não pude mais ignorá-lo no fundo da gaveta. Ele estava gritando na minha cara: "Não era isso que você sonhou? Então por que você está fugindo?"

E aí eu agarrei esse sonho com todas as forças que eu tinha. Força demais. Agarrei tão forte que eu quase o matei. Afinal, era um pedacinho a cada dia, e eu me esqueci que ele completo era impossível - e impossível é impossível, não é? E os pedacinhos, pequenos e frágeis, começaram a escapulir de mim, tamanha avidez com que eu os agarrava a cada dia...

Agora eu estou exatamente onde eu queria estar. Eu sei, e tenho cada vez mais certeza, de que ter o meu sonho completo é mesmo impossível. Mas eu fico feliz com cada pequeno pedacinho dele que se realiza diariamente... Mesmo desejando que eu pudesse tê-lo todo de uma vez só, e viver esse sonho com a maior intensidade possível, eu sei que não dá.

Por que é que não dá? Não sei. Talvez eu não seja sortuda o suficiente, talvez eu não seja capaz de administrar tamanha felicidade - que eu nunca tive-, talvez... Sei lá.

Então, digo novamente, eu estou exatamente onde eu queria estar: vivendo o meu sonho, mesmo que aos poucos, e ansiando pela chegada de cada manhã, para ter o meu pedacinho novo de sonho.

E assim, colando os pedacinhos, sou sempre meio feliz e meio triste, esperando que um dia, talvez, todos os pedaços se juntem, e eu tenha comigo todo o meu sonho...




Com amor, dedicado ao meu sonho.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Desabafo

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Eu ia falar mal da vida aqui, mas acho que ela é tão de merda, que não merece nem ser xingada.
 
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